domingo, 17 de outubro de 2010

Baleias, Focas, Golfinho... PRESERVE!!!

Quer ter essa vista por mais tempo???
Preserve o Meio-Ambiente!
Ele pede a sua ajuda


Baleia Jubarte


     Focas de Labrador (Canadá)



                                       Golfinhos nariz de Garrafa



sábado, 16 de outubro de 2010

Operação Biguasujo Não! reúne população contra estaleiro da OSX na baía norte de Florianópolis

 
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Na manhã do último sábado (9/10), o Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) em conjunto com movimentos em defesa das baías em Florianópolis, Santa Catarina, realizou uma ação na Praia de Jurerê Internacional contra a instalação do estaleiro da OSX, do grupo do empresário Eike Batista, em Biguaçu. Participaram da ação representantes da ONG Montanha Viva, do Conselho Comunitário do Pontal de Jurerê, da Associação de Moradores da Daniela, Associação de Moradores e Proprietários de Jurerê Internacional (AJIN), Associação do Bairro Sambaqui, Conselho Municipal dos Ingleses e pescadores artesanais de Governador Celso Ramos e do balneário de São Miguel (Biguaçu), exigindo que o estaleiro, para construção de grandes navios para exploração do pré-sal, seja construído em outro local tendo em vista que a área escolhida causará danos irreversíveis para fauna marinha, para o turismo, pesca artesanal e maricultura, atividades econômicas de baixo impacto ambiental.
“Estamos nesta luta contra o estaleiro desde o início do ano, através do núcleo de voluntários de Santa Catarina e o diretor regional da Sea Shepherd Hugo Malagoli,” disse Daniel Vairo, diretor geral do ISSB. “Hoje aumentados a nossa participação contra este empreendimento nesta localidade,” complementou Daniel.
Ativistas da Sea Shepherd vieram de diversas regiões. Um grupo de São Paulo liderado por Carlos Alberto, diretor da região paulista, chegou sexta a noite e ficou responsável pela coordenação na praia de Jurerê Internacional junto ao grupo vindo de Porto Alegre. Já voluntários de Paraná se dividiram em duas equipes e se reuniram em Biguaçu e Governador Celso Ramos com voluntários locais da Sea Shepherd para embarcar junto aos pescadores artesanais da colônia Z 23.
A partir das 09:30 horas da manhã, lideranças das associações presentes, ONGs e artistas deram depoimentos e falaram a um público de mais 200 pessoas sobre as diferentes questões negativas que rodeiam o empreendimento que foi vetado duas vezes pelo ICMBio, órgão federal que tem poder de veto ao licenciamento.
“Debatemos em assembléia de moradores e 99% dos presentes votaram contra a instalação do estaleiro, que irá impactar a baía norte e o futuro de Florianópolis. O poder da sociedade pode ser utilizado para defender o que é melhor para a maioria. A lei aumenta a liberdade das pessoas bem intencionadas. Vamos garantir junto ao Ministério Público e órgãos ambientais o que é válido para todos seja para todos, que não se abra exceção para alguns grupos por poder, influência e interesses econômicos”, disse Adolfo Pfeifer da Associação de Moradores e Proprietários de Jurerê Internacional
Presentes também estavam os embaixadores do mar Erick Wilson e Karol “Peixe” Meyer. Erick do Oceano Arte, pintou um quadro de 160 x 80 cm representando a baía dos golfinhos e botos cinzas que serão diretamente afetados pelo empreendimento.
“Retrato a necessidade de preservação dos oceanos no meu trabalho de arte e em oficinas com crianças. Aqui retrato a vida marinha e os golfinhos da região, passando a mensagem de que se a gente não acordar veremos essas espécies no futuro somente em obras de arte e fotografia,” comentou Erick Wilson, Artista Plástico e Embaixador do Mar da Sea Shepherd que veio de São Paulo. A obra de Erick esta sendo disponível por mil reais no Sea Shop para beneficiar a ONG e angariar recursos para esta campanha contra o estaleiro.
Karol Meyer, que mora e treina na região, falou ao público sobre suas experiências de mergulho em apnéia e como experiência a vida marinha em seu ambiente natural.
“Estou nessa luta pela paixão pelo mar. Meu sonho sempre foi saber o que tinha debaixo do mar. Com esse estaleiro essa vida vai ser prejudicada. A mudança do relevo irá modificar a vida marinha, é uma questão de vida ou morte. Estou participando desse movimento porque a questão é séria, as instituições são sérias e estou aqui para ajudar também. Eu posso ficar sem mergulhar, mas não podemos viver sem a água. Estamos aqui protegendo o ser humano, pois lutamos para preservar o meio ambiente de que ele faz parte. Enquanto uns lutam para a natureza ser protegida e por outras fontes de energia, outros lutam pelo petróleo, o pré-sal, que não é a saída dos problemas que enfrentamos aqui no Brasil”, disse Karol Meyer, mergulhadora, recordista mundial de Apnéia e Embaixadora do Mar.
Por volta das 11 da manhã Hugo Malagoli, diretor regional do Instituto Sea Shepherd Brasil e 18 embarcações de pesca artesanal e duas escunas chegaram a Jurerê soltando rojões. As bandeiras foram fincadas na praia para simbolizar a morte da vida marinha causado pela eventual construção do estaleiro, e a perda da certificação de bandeira azul que certamente será perdida pela praia de Jurerê, devido a poluição que um eventual estaleiro causará a sua orla. As bandeiras que foram fincadas na praia estão disponíveis no Sea Shop por R$95 cada, para beneficiar a ONG e angariar recursos para esta campanha contra o estaleiro.
João Manoel do Nascimento, da Associação de Moradores da Daniela, avalia que o grupo de resistência é muito heterogêneo e que o movimento cresce à medida que as pessoas são informadas.
“É um momento histórico, porque reúne diferentes classes sociais, profissões, em prol de uma bandeira que é a cara do nosso século, que é a defesa do meio ambiente”, disse João Manuel.
O Instituto Sea Shepherd Brasil, que entrou em contato com o procurador da República Eduardo Barragan, do Ministério Público Federal de Santa Catarina esta semana, sugeriu uma união de forças com o MP e associações locais para ingressar com uma ação civil pública buscando embargo o do empreendimento da OSX na região. O ISSB continuará atento aos desdobramentos dos trâmites em Brasília caso o parecer original do ICMBio seja alterado e tomará as medidas necessárias para inibir o inicio de qualquer obra.
O Intituto Sea Shepherd Brasil deixa aqui também nosso voto de solidariedade aos 4 técnicos do ICMBio exonerados de suas chefias devido as suas posições contrárias a construção do estaleiro nesta região. Para o Instituto Sea Shepherd Brasil também não existe conciliação no que se diz respeito ao cumprimento da legislação ambiental e da integridade da Reserva Biológica do Arvoredo, Reserva Ecológica dos Carijós e a área de Proteção Ambiental de Anhantomirim.
Ativistas da Sea Shepherd e pescadores artesanais com as bandeiras.
Ativistas da Sea Shepherd e pescadores artesanais com as bandeiras.
Karol Meyer.
Karol Meyer.
Erick Wilson
Erick Wilson
O movimento em defesa das baías em Florianópolis
O movimento em defesa das baías em Florianópolis
Pescadores artezanais e escunas reunidas contra o estaleiro.
Pescadores artezanais e escunas reunidas contra o estaleiro.

Video Save the Planet (em inglês)

Caros Leitores:
A interesse de amigos estrangeiros, fiz o primeiro vídeo do Save The Planet totalmente em inglês!
Colocarei logo que puder, a versão em português!

Estarei a disposição de qualquer leitor, de esclarecer quaisquer dúvidas apresentadas ou em comentários ou em e-mail!
Obrigado Pela compreensão de todos os leitores!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ilhas Feroe: Operação secreta da Sea Shepherd expõe massacre em massa de cetáceos


No dia 19 de Julho de 2010 um grupo de 236 baleias-piloto foram assassinadas sem piedade na cidade de Klaksvik, nas Ilhas Feroe, uma nação constituinte do Reino da Dinamarca. A Sea Shepherd conseguiu documentar o massacre através dos esforços de um ativista que viveu entre os moradores locais disfarçado para conseguir as imagens do massacre, chamado pelos locais de “a trituração”, que envolve encurralar grupos de cetáceos em uma enseada e cortar a coluna vertebral dos animais com uma faca.
Peter Hammarstedt, o agente secreto da Sea Shepherd e primeiro oficial do navio Bob Barker da Sea Shepherd, estava vivendo clandestinamente entre os ferozes moradores locais por mais de uma semana, quando ouviu pelo rádio informações sobre o massacre acontecendo em Klaksvik. Imediatamente ele foi de carro para o local do crime. Sem condições nenhuma de impedir o massacre, Hammarstedt documentou o sanguinolento processo.
“Baleias piloto são conhecidas por andar em gruposs de 200-300 membros. Duzentas e trinta e seis baleias piloto foram massacradas na noite passada em Klaksvik: adultas, prenhas, amamentantes, juvenis e fetos, ainda ligados umbilicalmente com as mães. Um grupo inteiro que antes nadava livremente nas águas do Atlântico Norte foi exterminado em um banho de sangue coletivo”, disse Hammarstedt.
O governo das Ilhas Feroes alega que a morte destas baleias é rápida e indolor, mas as novas imagens mostradas provam o contrário.
“Uma das baleias teve 5 ou 6 golpes brutais à faca na cabeça”, relata Hammarstedt. “Os moradores locais simplesmente usaram esta baleia como apoio. A morte dela foi lenta e extremamente dolorosa. Algumas baleias são atacadas repetitivamente por até 4 minutos antes de finalmente morrerem.”
O massacre como um todo é indiscriminado e cruel.
“Bebês foram arrancados de dentro dos corpos cortados de suas mães e deixados para apodrecer no píer”, diz Hammarstedt, que fotografou vários filhotes e fetos mortos. “Baleias piloto são grupos extremamente maternais. Não consigo imaginar o medo e pânico destas mães enquanto seus filhotes eram arrancados de perto delas.”
O massacre das baleias piloto em Faroes é similar ao massacre de golfinhos em Taiji no Japão, como mostrado do documentário The Cove. A diferença principal é que existe no mínimo 18 enseadas nas Ilhas Faroes, onde este massacre acontece, tornando extremamente difícil conseguir saber onde o massacre ocorrerá para se tentar impedir.
Baleias piloto são classificadas como “estritamamente protegidas” pela Convenção Européia de Conservação da Vida Selvagem. Permitindo este massacre nas Ilhas Faroes, a Dinamarca falha nas suas obrigações como signatária desta convenção.
Para conseguir acesso ao local do massacre, Hammarstedt se disfarçou como um estudante suíço de cinema. Mesmo tendo tomado várias precauções para esconder sua identidade, ele foi reconhecido por vários dos caçadores, em função do seriado de televisão Whale Wars – Defensores de Baleias, do Animal Planet. Aparentemente mesmo nas Ilhas Faroes as intervenções da Sea Shepherd em prol das baleias na Antártida já foram ouvidas.
Quando os matadores das baleias começaram a seguir à pé Hammarstedt, ele rapidamente escapou para seu carro e saiu do local, enviando pela internet as imagens para garantir a sua divulgação. Com sua identidade descoberta, ele começou a receber ameaças em menos de uma hora e foi instruído pelo comando da Sea Shepherd a deixar o país imediatamente.
Apesar de revistado e interrogado pela polícia no aeroporto, Hammarstedt confirmou que já saiu das Ilhas Faroes.
A Sea Shepherd Conservation Society tem se oposto ativamente e confrontado os massacres nas Ilhas Faroes desde 1985, e continua até hoje como um dos maiores defensores da causa das baleias.






quarta-feira, 21 de abril de 2010

Campanha "Se Liga e Desliga"


A campanha da Nick "Mais Ação, Mais Movimento" está realizando um movimento chamado "Se Liga, e Desliga!".
Ela irá funcionar assim: No dia 22 deste mês(Dia da Terra), às 21:30h, todas as cidades do mundo irão apagar as luzes por 60 segundos.

Isso é uma maneira de ajudar o meio-ambiente diminuindo o consumo de energia elétrica.

Você irá participar?



by: Nickelodeon

quarta-feira, 31 de março de 2010

Operação Furacão Silencioso em defesa dos golfinhos continua no Amapá.


A Sea Shepherd Brasil ingressou com ação judicial dia 26 de outubro de 2007 via sedex, de Porto Alegre para Macapá, Amapá. O motivo foi o massacre de 83 golfinhos noticiado em rede internacional. A decisão será anunciada no dia 14 de abril.
O Juiz Federal Dr. João Bosco Costa Soares da Silva, da 2ª Vara Federal do Amapá, deferiu ordem liminar pleiteada pela Sea Shepherd determinando a apreensão e suspensão das atividades pesqueiras das embarcações “Graça de Deus” e “Damasceno III”, de propriedade do réu Jonan Queiroz de Figueiredo. As embarcações estão apreendidas na Capitania dos Portos de Belém do Pará. A Sea Shepherd também busca uma indenização no valor de 332 mil reais.
A Lei que protege os golfinhos é a Lei Federal nº 7.643/87, chamada Lei de Cetáceos, que também proíbe a captura e molestamento de baleias em águas jurisdicionais brasileiras.
Diante da relevância da matéria envolvida que é grave e atinge área costeira amazônica no Amapá, o Juiz Federal Dr. João Bosco Costa Soares converteu o julgamento em diligência designando audiência de conciliação para o dia 14 de abril de 2010, às 9:00hs, na 2ª Vara Federal do Amapá, em Macapá.
“Estivemos pessoalmente na Justiça Federal do Amapá, dia 3 de março, para tratar do assunto. Diante de informações anônimas fornecidas, tememos que a captura de golfinhos no Amapá não seja acidental, mas sim para uso como isca de tubarão, atividade milionária que atende clandestinamente ao mercado asiático de barbatanas. O Ibama reconhece o problema mas pouco faz”, afirma Cristiano Pacheco, diretor jurídico voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil.
Toneladas de barbatanas de  tubarão foram apreendidas em Rio Grande em 2008.
Toneladas de barbatanas de tubarão foram apreendidas em Rio Grande em 2008.
“O Brasil não está muito longe de tornar-se o Taiji do ocidente. Este tema foi retratado pelo premiado filme The Cove (A Enseada), vencedor do Oscar 2010 de melhor documentário. Enquanto no Japão matam golfinhos para serem servidos como sushi, no Brasil suas partes são vendidas como adereços e supostos “amuletos” de sorte. Além de, sua carne ser utilizada como isca para a pesca predatória de tubarões, comenta Daniel Vairo”, cofundador e diretor geral voluntário do ISSB.”
A Capitania dos Portos em Santana, Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Ibama/AP e Escritório Estadual da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (Seap) do Ministério da Pesca e Aquicultura no Estado do Amapá serão notificadas para comparecimento à audiência pública.

Sea Shepherd inicia campanha em defesa do atum-azul.

Japão consome 80% do atum-azul no mundo (Foto: Animal Changes)
Com o fim da temporada de caça às baleias, Paul Watson e a tripulação da Sea Shepherd estão indo ao Mediterrâneo para proteger o atum-azul, que está em risco de extinção. E o peixe realmente precisa da ajuda. Na semana passada, uma proposta para proteger a espécie foi declinada pela Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites).
Noruega, Quênia e Estados Unidos foram os únicos a apoiar o banimento da exportação de atum-azul do Atlântico. O maior oponente? O Japão. Não é grande surpresa, já que a indústria de sushi tem certa tendência a ameaçar o ecossistema marinho, incluindo baleias em extinção. O Japão consome 80%  de todo atum-azul do mundo.
A WWF prevê que o atum-azul do Atlântico possa ser totalmente extinto dentro de dois anos. A Comissão Internacional para Conservação dos Atuns do Atlântico recentemente mudou a quota global para 40%, mas os conservacionistas se preocupam que essa mudança não seja suficiente. Até porque a Comissão não é muito reconhecida por seu comprometimento.
É aí que entra a Sea Shepherd. Paul Watson diz que eles irão cortar as redes de qualquer um que esteja pescando. Mas é um jogo novo no Mediterrâneo. Eles não estarão somente contra os pescadores japoneses. “A pesca de atum-azul é controlada pela máfia córsica italiana”, disse Watson, “então estaremos batendo de frente com caras realmente maus quando formos para lá.

Mamutes do Ártico sumiram de forma rápida, afirma estudo!!!


A última população conhecida de mamutes lanudos, que habitavam uma ilha remota do Ártico muito depois de os humanos inventarem a escrita, foram eliminados rapidamente, afirma um estudo divulgado nesta terça-feira (30).
A causa pode ter sido doenças, humanos ou catástrofes climáticas, mas é certo que não foram mudanças climáticas, sugere a pesquisa, publicada na revista "Proceedings of the Royal Society B".
As exatas razões que fizeram grande parte desses gigantescos predadores --que na época percorriam em rebanho o território da Eurásia e América do Norte - morrerem no final da Era do Gelo geraram debates acalorados.

Alguns especialistas afirmam que os mamutes foram caçados até a extinção há 10 mil anos pela espécie que se tornaria predadora dominante do planeta: a humana.

Outros argumentam que as mudanças climáticas são culpadas, já que as espécies acostumadas a climas amenos tiveram de encarar um mundo mais quente.

É sabido que uma colônia de mamutes lanudos sobreviveu até 4.000 anos atrás onde está hoje a ilha de Wrangel, na Rússia, ao norte da Sibéria e no Oceano Ártico.

A datação por radiocarbono mostra que ao menos alguns desses animais ainda existiam no ano 1.700 antes de Cristo.

Para melhor entender a extinção, pesquisadores liderados por Anders Angerbjorn, da Universidade de Estocolmo, analisaram pedaços de DNA mitocondrial - material genético herdado através das fêmeas - extraído dos ossos e das presas.

Eles apontaram sinais de diversidade genética declinante, o que significaria que muita procriação consanguínea em uma população pequena poderia ter sido a causa, em parte, a morte dos animais.

"Pode ser que a ilha fosse simplesmente muito pequena para suportar uma população de mamutes no longo prazo", especulam os autores.

Com em torno de 7.600 km2 de área, a ilha de Wrangel é um pouco menor que a Córsega ou Porto Rico.

A ilha de Wrangel foi gradativamente submersa de 12 mil a 9.000 anos atrás.

A perda de variação genética também poderia ter sido resultado das mudanças climáticas ocorridas quando a Terra entrou no período interglacial, que foi uma bênção para muitos animais, mas não para os predadores gigantescos, afirma o estudo.

Para a surpresa dos estudiosos, no entanto, foi concluído que a diversidade genética manteve-se estável, ou até mesmo aumentou levemente, até o final.

"Isto sugere que a extinção final foi causada por uma mudança relativamente súbita no ambiente em que os mamutes viviam", observou o estudo.

De acordo com dados arqueológicos, os humanos aparentemente chegaram à ilha cem anos depois de os mamíferos terem desaparecido.

Isso provaria que não foram os Homo sapiens que mataram os últimos mamutes, mas é possível que os humanos tenham chegado antes na ilha, sem deixar rastros.

Sobram as hipóteses clima ou doença - levantadas pelos pesquisadores -, que notaram que um evento súbito (uma grande tempestade, por exemplo) ou uma nova bactéria ou vírus poderia ter varrido a população remanescente.

O destino dos mamutes na ilha de Wrangel, afirmam eles, não é necessariamente um microcosmo de todas as espécies, porque as ilhas exercem pressões evolutivas diferentes nas diversas espécies animais.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Baleeiro Japonês parte ao meio o navio Ady Gil da Sea Shepherd

O famoso catamarã está afundando no oceano antártico.


Seis tripulantes foram resgatados pela outra embarcação da Sea Shepherd, o Bob Barker.






Em um ataque sem precedentes e sem provocação capturado em filme, a embarcação de segurança japonesa, Shonan Maru No.2 deliberadamente abalroou causando danos catastróficos ao catamarã da Sea Shepherd, o Ady Gil.


Seis tripulantes, quatro neozelandezes, uma australiano e um holandês foram prontamente resgatados pela tripulação do Bob Barker. Nenhum dos tripulantes do Ady Gil se feriu.


Acreditamos que o Ady Gil irá afundar pois as chances de salválo são muito pequenas.


De acordo com o testemundo do Capitão Chuck Swift do Bob Barker, o ataque ocorreu enquanto as duas embarcações da Sea Shepherd estavam paradas. O Shonan Maru No.2 repentinamente acelerou e deliberadamente abalroou o Ady Gil cortando cerca de 2,5 metros de sua proa fora. De acordo com o Capitão Swift, a embarcação (Ady Gil) não aparenta que possa ser salva.


“Os baleeiros japoneses em uma escalada de violência aumentaram as proporções do conflito” é o que afirmou o Capitão Paul Watson. “Se eles pensam que nossas outras duas embarcações vão se retirar do Santuário das Baleias da Antártida em face deste extremismo, estão totalmente enganados. Agora temos uma Guerra das Baleias Real em nossas mãos e não temos a intenção de retroceder.”


A bordo do Steve Irwin o Capitão Paul Watson está correndo para a área em 16 nós mas ainda restam cerca de 500 milhas a serem percorridas. O Bob Barker temporariamente parou sua perseguição ao Nisshin Maru para resgatar a tripulação do Ady Gil. Os navios japoneses inicialmente recusaram-se a reconhecer a chamada de socorro (MAY DAY) do Ady Gil, reconhecendo-a posteriormente. Apesar de terem reconhecido à chamada, não ofereceram assistência ao Ady Gil ou ao Bob Barker de qualquer modo.


O incidente ocorreu na localização 64 graus e 3 minutos sul e 143 graus e 9 minutos leste.

 
Até esta manhã os japoneses estavam em completodesconhecimento da existência do Bob Barker. Esta nova aquisição à frota da Sea Shepherd partiu de Mauritius na costa Africana em 18 de dezembro e pode avançar ao longo da borda de gelo oeste enquanto os japoneses estavam ocupados preocupando-se com o avanço do Steve Irwin ao Norte.



“Esta é uma perda substancial de nossa organização”, afirmou o Capitão Paul Watson. “O Ady Gil, ex Earthrace, representa uma perda de quase dois milhões de dólares. Entretanto a perda de uma única baleia é mais importante para nós, e a perda do Ady Gil não será em vão. Este golpe simplesmente reforça nossas resoluções, não enfraquece nosso espírito.”

 
A Sea Shepherd está requisitando ao governo australiano que envie uma embarcação militar para que a paz seja restaurada nas águas do Território Australiano Antártico. Temos 77 tripulantes de 16 nações em 3 embarcações, seis deles a bordo do Ady Gil. Destes, 21 cidadãos australianos: 16 a bordo do Steve Irwin e 5 no Bob Barker. A Sea Shepherd crê que o governo australiano tem a responsabilidade em proteger as vidas de cidadãos australianos que trabalham para defender as baleias das atividades ilegais dos baleeiros japoneses.


Vídeo:



Fonte: http://www.seashepherd.org.br/

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O Carro mais Ecológico do mundo!!!

O mais verde do mundo
O Toyota Prius é considerado o carro mais ecologicamente correto disponível no mercado
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- Motor híbridoO carro tem dois motores: um movido a gasolina e outro elétrico. O motor a gasolina é acionado somente quando o veículo atinge 25 quilômetros por hora. Assim, o gasto de combustível é reduzido em 40%.

- Computador de bordo Um sistema inteligente desliga o carro quando ele pára por mais de trinta segundos e volta a ligá-lo automaticamente assim que o motorista pisa no acelerador.

- Emissão de gás carbônico A energia transmitida pelos freios é canalizada para o motor. Assim, a necessidade de uso da gasolina se reduz e o índice de emissão de gás carbônico torna-se 34% menor do que em outros carros do mesmo tamanho.

Obrigado por terem Lido !!!